Indicadores de Vinculações Institucionais em Assentamentos Rurais no Norte do Paraná e no Pontal do Paranapanema

Conteúdo do artigo principal

Luiz Antonio C. Norder
Maurício Ursi Ventura

Resumo

Este texto apresenta os resultados de pesquisa sobre indicadores quantitativos de percepção de vinculações institucionais em assentamentos rurais nas regiões do Norte do Paraná e do Pontal do Paranapanema (SP), com destaque para a percepção sobre as agências prestadoras de serviços de assistência técnica, movimentos sociais, associações, cooperativas, prefeituras, órgãos estaduais e federais, igrejas, comércio local e ONGs. A pesquisa mostra que as relações mais comumente consideradas positivas vinham sendo aquelas estabelecidas com agências bancárias (em geral estatais), comércio local e igrejas. Analisa-se ainda a importância de indicadores sobre a percepção referente à diversas instituições como forma de se contextualizar e interpretar os indicadores específicos de políticas públicas e para as ações das agências de Ater (assistência técnica e extensão rural).

293 263

Detalhes do artigo

Seção

Artigos Originais

Como Citar

Indicadores de Vinculações Institucionais em Assentamentos Rurais no Norte do Paraná e no Pontal do Paranapanema. (2013). Retratos de Assentamentos, 16(1), 43-57. https://doi.org/10.25059/2527-2594/retratosdeassentamentos/2013.v16i1.129

Referências

ABRAMOVAY, R. O capital social dos territórios: repensando o

desenvolvimento rural. Economia Aplicada, v. 4, n. 2, p. 379-397, abr./jun.

SILVA, M.E.S.; BARONE, L.A. Associativismo e Organização Produtiva em

Assentamentos Rurais: Expressão de Resistência ou de um Rearranjo

Institucional? Retratos de Assentamentos, Araraquara, n.12, p. 349-368,

BERGAMASCO, S.M.P. et al. Implantação de metodologia de

aplicabilidade e avaliação da eficácia da Política Nacional de

ATER – PNATER. Criação de Observatório Participativo de ATER do

Estado de Sergipe. Aracaju 26, 27 e 28 de maio de 2010. UNICAMP,

MDA, 2010.

CALLON, M. Pour une sociologie des controverses technologiques.

Fundamenta Scientiae, v.12 (4), p.381-399, 1981.

CECILIO, M.A; PUZIOL, J.K.P; SILVA, I.M.S. A Espacialização da

Educação do Campo no Paraná: uma forma de resistência do MST. Teoria e Prática da Educação, v.3, n.2, 2010.

INCRA. Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária.

Pesquisa sobre Qualidade da Reforma Agrária (PQRA/INCRA).

Brasília: Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, 2010.

KAGEYAMA, A. Desenvolvimento Rural: conceitos e medida. Cadernos de

Ciência e Tecnologia, Brasília, v.21, n.3, p.379-408, set./dez.2004.

OLIVEIRA, L. de. A percepção da qualidade ambiental. Cadernos de

Geografia, Belo Horizonte, v.12, n.18, PUC Minas, p.29-42, 2002.

PETTAN, K.B; ARAUJO, R.T. A Política Nacional de Assistência Técnica e

Extensão Rural e o novo perfil profissional do médico veterinário. Revista de Ciências Veterinárias, v.5, p.96-98, 2007.

PUTNAN, R.D. Comunidade e Democracia: a experiência da Itália

moderna. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2005. 257p.

SIMONETTI, M.L.(Org.) Assentamentos Rurais e Cidadania: a

construção de novos espaços de vida. São Paulo: Oficina Universitária, 2011.

SPAROVEK, G. A Qualidade da Reforma Agrária Brasileira. São Paulo:

Páginas & Letras, 2003.