Socioeconomia e gestão florestal no Projeto de Assentamento Moju I e II, Pará, Brasil

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Antonio José Mota Bentes
Raimunda Nonata Monteiro
Thiago Almeida Vieira

Resumo

Os assentamentos representam importantes territórios ocupados por agricultores familiares. Na Amazônia, dadas especificidades culturais, geográficas, de infraestrutura e ambientais, a sustentabilidade econômica, social, cultural e ambiental dos projetos de assentamento é mais exigente que em outras regiões do país.  A floresta, como um bem comunitário ou coletivo, pode representar um importante ecossistema a partir do uso sustentável, em prol da subsistência e qualidade de vida dos assentados. Assim, este artigo objetiva analisar o perfil socioeconômico dos assentados e a gestão florestal no Projeto de Assentamento Moju I e II, Oeste do Pará, Brasil. A insegurança das famílias nos lotes, somada à ausência de políticas públicas que promovam a floresta como um componente de desenvolvimento sustentável do assentamento, denota que a Reforma Agrária tenha se tornado um mero processo de distribuição de terras sem a promoção da qualidade de vida das famílias.

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Seção

Artigos Originais

Biografia do Autor

Antonio José Mota Bentes, Sociedade para a Pesquisa e Proteção do Meio Ambiente - SAPOPEMA

Mestre em Sociedade, Ambiente e Qualidade de Vida pela Universidade Federal do Oeste do Pará.

Sociólogo pela Universidade Federal do Pará.

Raimunda Nonata Monteiro, Universidade Federal do Oeste do Pará.

Pós-doutora pela Universidade de Coimbra.

Doutora em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido pela Universidade Federal do Pará.

Thiago Almeida Vieira, Universidade Federal do Oeste do Pará

Pós-doutorando pela Universidade do Algarve.

Doutor em Ciências Agrárias pela Universidade Federal Rural da Amazônia.

Como Citar

Socioeconomia e gestão florestal no Projeto de Assentamento Moju I e II, Pará, Brasil. (2020). Retratos de Assentamentos, 23(1), 55-90. https://doi.org/10.25059/2527-2594/retratosdeassentamentos/2020.v23i1.367

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