Educação infantil: dos jardins de Froebel aos campos de Araraquara-SP

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Cássia Regina Santos
Maria Lúcia Ribeiro
Reginaldo Anselmo Teixeira
Thauana Paiva de Souza Gomes

Resumo

A Educação Infantil do Campo (EIC) é uma modalidade recente e, portanto, quase não há estudos nesta área, em especial na cidade de Araraquara. A EIC se concretiza como Política Pública por meio da luta dos Movimentos Sociais. A presente pesquisa destaca a importância de uma EI que considere a realidade camponesa, que atenda aos anseios e aos direitos destes povos O objetivo deste artigo é discutir, numa perspectiva histórica, a modalidade de Educação Infantil (EI) e o paradigma da EIC. O estudo bibliográfico e documental, de abordagem qualitativa, buscou refletir sobre o surgimento, a constituição, a expansão, os princípios, os métodos e as práticas da EI ao longo do tempo. Há um intervalo de 171 anos entre a implantação da EI do Campo nos campos de Araraquara e da criação do primeiro Jardim de Infância na Alemanha, 115 anos a distanciam da primeira instituição criada na capital do estado e, 69 anos, separam a EI do Campo, da inauguração do Parque Infantil em Araraquara. A EIC, mesmo sendo um direito estabelecido legalmente, está sujeita a avanços e retrocessos de acordo com as políticas municipais de educação, depende de formação continuada de professores e há ainda um árduo caminho a se trilhar para a real efetivação deste direito que, tardiamente, vem atender as populações rurais.

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Seção

Artigos Originais

Biografia do Autor

Maria Lúcia Ribeiro

2Professora Doutora, em Química. Docente do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial e Meio Ambiente da Universidade de Araraquara – UNIARA, Araraquara/SP

Reginaldo Anselmo Teixeira, UNESP

ProfessorDoutor em Educação. Universidade Estadual Paulista- UNESP, Marília/ SP

Thauana Paiva de Souza Gomes

Cientista Social, Pedagoga, Mestre e Doutora em Educação Escolar, Pesquisadora NUPEDOR e Docente Estácio, Ribeirão-SP. 

Como Citar

Educação infantil: dos jardins de Froebel aos campos de Araraquara-SP. (2021). Retratos de Assentamentos, 24(2), 269-293. https://doi.org/10.25059/2527-2594/retratosdeassentamentos/2021.v24i2.472

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